Revista Crítica Histórica

CPDHis-UFAL - ISSN 2177-9961

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Home Número 12 Fluxo Contínuo Como era Gostoso ser Escravo no Brasil A Apologia da Servidão Voluntária de Kátia de Queirós Mattoso

Como era Gostoso ser Escravo no Brasil A Apologia da Servidão Voluntária de Kátia de Queirós Mattoso

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Como era Gostoso ser Escravo no Brasil

A Apologia da Servidão Voluntária de Kátia de Queirós Mattoso

Comme il était bon d’être esclave au Brésil

L’Apologie de la Servitude Volontaire  de Kátia de Queirós Mattoso

Mário Maestri[1]

Em memória do mestre  José Capela

Resumo: Traduzido ao português, em 1982, Ser escravo no Brasil, de Kátia de Queirós Mattoso, apresentou síntese da escravidão no Brasil, do aprisionamento do cativo na África até sua eventual libertação, no Brasil, pela alforria e pela Abolição. Seguindo as grandes teses de Gilberto Freyre, de 1933-36, o livro restringiu a resistência ao cativo incapaz de adaptar-se  à sociedade brasileira paternalista, que lhe prometia mesa farta, pouco trabalho e raramente castigo. O trabalho deslocava a resistência-oposição pela integração consensual entre exploradores e explorados que teria garantido a paz social no país. O presente artigo ensaia crítica geral sumária a esse trabalho clássico, de ampla influência em nossa historiografia especializada.

Palavras-chave: Escravidão; Resistência servil; Historiografia

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Last Updated on Monday, 21 December 2015 16:10